Jornada e horas extras
Análise da 7ª e 8ª horas, cargo de confiança, intervalo intrajornada, controle de ponto e trabalho realizado fora do expediente.
Avaliar situaçãoAtuação especializada para bancários e profissionais do setor financeiro, conduzida por quem trabalhou em banco por mais de 10 anos e conhece de perto as pressões, as metas e os desafios da categoria.
A realidade das instituições financeiras exige leitura cuidadosa das normas coletivas, da jornada, das funções exercidas e do ambiente de trabalho.
Análise da 7ª e 8ª horas, cargo de confiança, intervalo intrajornada, controle de ponto e trabalho realizado fora do expediente.
Avaliar situaçãoAtuação em cobranças excessivas, rankings constrangedores, exposição pública, ameaças de dispensa e ambientes de pressão adoecedora.
Avaliar situaçãoCasos relacionados a transtornos psíquicos, LER/DORT, afastamentos previdenciários, estabilidade e responsabilidade do empregador.
Avaliar situaçãoProteção em desligamentos ligados a doença grave, deficiência, afastamento, idade ou outra condição potencialmente discriminatória.
Avaliar situaçãoDiferenças de PLR, gratificações, prêmios, comissões, integração salarial e reflexos nas demais verbas trabalhistas.
Avaliar situaçãoRevisão de verbas rescisórias, planos de desligamento, acordos extrajudiciais e definição da estratégia mais segura para cada caso.
Avaliar situaçãoEu conheço de perto a rotina bancária. Por isso, cada caso começa com escuta, contexto e uma estratégia construída para a realidade daquele profissional.

Dr. Eric Tavares dos Santos Silva possui atuação especializada na defesa de bancários e profissionais do setor financeiro. Antes da advocacia, trabalhou por mais de 10 anos como bancário.
Essa trajetória permite compreender, por experiência própria, a rotina das agências, a cobrança por metas, a pressão por resultados, as funções efetivamente exercidas e os impactos que o trabalho pode produzir na saúde e na vida familiar.
Cada atendimento é personalizado. A partir de uma escuta cuidadosa e da análise dos documentos, a estratégia é construída com clareza e rigor técnico, para que o trabalhador compreenda seus direitos, os riscos e os próximos passos.
Organização, transparência e acompanhamento para que nenhuma decisão importante seja tomada sem informação.
Entendemos a trajetória profissional, o problema enfrentado e os objetivos do trabalhador.
Contratos, holerites, cartões de ponto, e-mails, mensagens, laudos e demais provas são examinados com cuidado.
O cliente recebe uma avaliação clara dos direitos discutíveis, riscos, provas necessárias e caminhos possíveis.
O caso é acompanhado com comunicação acessível, orientação contínua e atuação técnica em cada etapa.
O enquadramento formal nem sempre revela o trabalho que realmente era realizado. Por isso, a análise considera a função registrada, as tarefas concretas, os poderes exercidos e a rotina vivenciada.
Conversar sobre meu casoBancários e financiários em atividade
Profissionais dispensados recentemente
Gerentes, coordenadores e especialistas
Trabalhadores afastados ou adoecidos
Pessoas com deficiência no setor financeiro
Empregados submetidos a metas abusivas
Respostas gerais não substituem a análise dos documentos e das particularidades de cada relação de trabalho.
Não. A denominação do cargo, isoladamente, não encerra a análise. É necessário examinar as atribuições efetivamente exercidas, a autonomia, os poderes de gestão e a gratificação recebida. Cada situação depende das provas e das circunstâncias concretas.
A existência de metas, por si só, não caracteriza assédio. A ilicitude pode surgir na forma de cobrança: humilhações, ameaças, exposição de resultados, constrangimentos reiterados ou pressão que ultrapasse os limites do poder diretivo.
Pode, desde que exista relação causal ou concausal entre o trabalho e o adoecimento. Documentos médicos, histórico funcional, condições laborais e prova pericial costumam ter papel relevante nessa avaliação.
A resposta depende da natureza do benefício, da relação do adoecimento com o trabalho e de outros elementos do caso. Também podem existir discussões sobre dispensa discriminatória ou nulidade do desligamento. A análise deve ser individualizada.
Em regra, a ação deve ser proposta em até dois anos após o término do contrato, alcançando créditos dos cinco anos anteriores ao ajuizamento. Existem particularidades que podem alterar a análise, por isso é recomendável não adiar a avaliação do caso.
Envie um breve relato. A avaliação jurídica definitiva depende da análise dos documentos e das circunstâncias individuais.